sábado, 7 de novembro de 2009
Um Beijo
De verdade, só acontece quando o coração de um, sente a real necessidade do coração do outro.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Bem mais perto do céu...

Todos os dias ela acorda e agradece por ter podido encontrar pessoas que enchem os olhos dela de cores. Seus últimos dias têm sido assim: de sorrisos. E ela se esforça pra dar a eles sempre o melhor dela.
Há aqueles pra quem ela leva um sorriso sincero; há aqueles pra quem ela guarda um abraço apertado e há aqueles pra quem ela reserva sua melhor magia, aquela que só ela sabe a fórmula, aquela que ela só oferece a quem conseguiu fazer ela sorrir com o coração.
E é justamente destes que ela vai sentir mais falta.
Ela ainda não sabe se sua magia vai fazer efeito, isso só o tempo vai dizer, mas ela confia na sua alquimia. Ela sabe quando ganha novos amigos. Sabe pelo gosto bom que sente quando conversa com eles. As palavras ganham sabor de doçura.
Um deles consegue ir sempre além. Consegue fazer ela desatar o nó que fecha sua caixinha de segredos. Dessa vez ele descobriu o mais guardado deles, mas tudo bem. Ele só abriu a caixa porque ela deixou. E ela gostou de ver verdade nos olhos dele enquanto conversavam.
Sempre vê.
Ela não entende direito o porque, mas confia nele. "Daria um bom amigo", pensa ela, sempre que lembra que o tempo de sorrisos está chegando ao fim. Ela sabe que dificilmente verá ele de novo, pelo menos por um certo tempo, o que por um lado é até vantajoso, senão ele acabaria levando a caixinha de segredos dela embora, sem ela se dar conta de tamanho assalto...
Ela vai sentir falta das conversas com ele. Vai sentir falta de todos os outros, isso sem falar do apanhador de estrelas.
Ela não sabe se vai ser lembrada, mas sabe que vai ter sempre um pouco de pó de felicidade pra jogar no vento e fazer chegar até eles todas as manhãs, porque gente que faz bem ao coração dela, ela não reconhece pelo tempo, e sim pela sensação boa que sente quando encontra com elas.
sábado, 31 de outubro de 2009
Cantarolando...=)

"Por isso hoje eu acordei
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria.."
*Telegrama - Zeca Baleiro
com uma vontade danada
de mandar flores ao delegado
de bater na porta do vizinho
e desejar bom dia
de beijar o português da padaria.."
*Telegrama - Zeca Baleiro
sábado, 24 de outubro de 2009
Justificativas..

Sim, querido blog.
Eu sei.
Não tenho tido muito tempo pra você. Sou uma desnaturada mesmo.
Mas é que tenho andado muito ocupada.
Boas oportunidades apareceram. E eu, sem pensar muito, fui abraçando todas elas.
Não! Eu não te esqueci. Te visitava sempre que tinha um tempinho.
Só que a pressa não me deixava sentar e te contar o que vinha acontecendo.
Tenho que confessar que você tá meio desatualizado.
Muita coisa aconteceu nos últimos dias. Nossas histórias vão ganhar novos personagens..
Apresento sim, um por um. Devagarzinho eles vão aparecer por aqui.
Garanto que vai gostar deles.
Se eu tenho estudado? Não. E isso me pesa na consciência.
Eu sei, é daqui uma semana. Mas não posso mais fazer muita coisa. Faço o que dá. O que tiver de ser, vai ser. Não me desespero. Nem tenho mais idade pra isso.
Tenho que ir agora.
Prometo, não sumo de novo.
E volto voando assim que tiver uma novidade pra te contar.
Bjuh.
domingo, 4 de outubro de 2009
Sobre os domingos
Não gosto deles;
Me parecem tristes e solitários.
Me parecem tristes e solitários.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Fim.

No meio de tantas dúvidas, por muito tempo ele foi a única certeza dela.
O amor que não acabava, que parecia não ter fim, que parecia sempre voltar, por mais distante que estivesse;O amor que os mantia ligados; O amor que ainda dava àquele coração um certo conforto, e, por mais estranho que pudesse parecer para muitos, ainda era ele quem abria o guarda-chuva quando a tempestade teimava em desabar sobre a cabeça dela.
Aquele amor se foi. E dessa vez parece que para sempre.
E no meio de tudo ela se viu sozinha. Procurou ele por todos os lados mas não conseguiu achá-lo. Gritou o mais forte que podia e ele não fez um ruído que fosse...
Pela primeira vez ela estava completamente só.
A história que os dois escreveram com cuidado, teve seu final, que nem de longe lembra os contos de fada. A vida deu uma rasteira nela. E dessa vez, ela caiu de jeito.
Uma nova história começa. Com três personagens....
E ela?
Ela não faz parte do elenco.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Amigo Vento

O vento era seu melhor amigo. Era pra ele que ela contava todos os seus dias.
E embora ela não conseguisse enxergar seu grande companheiro, ela podia sentí-lo em toda sua intensidade.
O vento a tranquilizava de uma forma que ninguém, até hoje, conseguira fazer. Gostava de como ele balançava seus cabelos numa brincadeira que parecia não ter mais fim e de como ele ouvia seus segredos e não contava para mais ninguém.
Era sempre com ele que ela dividia suas alegrias. O mais engraçado, é que ela percebera, que sempre que estava muito feliz ele parecia soprar mais forte, parecia acariciar seu rosto com suavidade, parecia envolvê-la em um abraço único.
A menina tinha no vento o seu grande conselheiro;
Sempre que seu coração parecia pequeno, ela fechava bem forte os olhos e esperava que ele lhe disesse o que fazer, e, com um sopro, ele cochichava devagarzinho ao seu ouvido.
Era ele quem desenhava para ela nas nuvens. Fazia ela sorrir todas as vezes que olhava para o céu e encontrava lá mais um presente de seu melhor amigo.
Alguns dias, ela sentia vontade de ser como ele. De poder soprar em qualquer direção, de poder voar sobre o mar, de poder estar perto de quem ela gostava só para saber como estava seu bem querer.
Mas era aí que ela entristecia, ela não podia ser como o vento.
Grande injustiça, pensava ela.
Mas ela nem se importava muito, porque sabia que tudo que desejasse seu amigo faria. A levaria por todos os lugares, com ele iria até o fundo dos oceanos e ele daria o abraço que ela não poderia dar àquele que mora no coração dela.
Tudo isso aconteceria se ela fizesse só uma coisa: fechasse os olhos e deixasse que ele a levasse...
*Texto dedicado à Isaac Marinho, que ganha todos os dias, abraços meus que são carregados pelo vento...
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